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Comemoração do Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

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A Prefeitura de Feliz Deserto, por meio da secretaria municipal de Assistência Social, realizou nesta terça-feira, 26, atividades em comemoração ao Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil.

Foi uma manhã repleta de animadas brincadeiras infantis, tais  como a tradicional corrida de sacos, a dança das cadeiras e a brincadeira do sinal, entre tantas outras que realmente fizeram a alegria da criançada.

Na oportunidade, a secretária de Assistência Social, Alice Beltrão, destacou a importância do resgate e preservação das brincadeiras infantis consideradas mais tradicionais, frisando que a ação teve, também, o intuito de conscientizar a população sobre o papel da criança na sociedade.

“Criança tem que ser criança, tem que brincar, se divertir;  não pode assumir papel do adulto e ser responsável pelo sustento do lar. A gente organizou uma manhã especial, mas que deve ser rotina no dia-a-dia das crianças; elas precisam aproveitar a infância da melhor forma possível,” afirmou a secretária.

A apresentação do grupo de capoeira, formado pelas crianças do CRAS, juntamente com o uso dos brinquedos infláveis disponíveis e a farta distribuição de brindes, empolgaram ainda mais a meninada.

O secretário de Educação Djalma Barros, também presente, desejou a todos um feliz evento e externou sua convicção de que a educação é o princípio de tudo para um bom crescimento.

Marco Aurélio, secretário de Esporte e Lazer, ressaltou, ainda, o valor inestimável do esporte para as crianças e convidou-as a participar das ações desenvolvidas sob o comando de sua pasta, como a Escolinha de Futebol de Feliz Deserto.

A coordenadora do CREAS, Rutnéia Lessa, o presidente do Conselho Tutelar, José Ângelo, e a psicóloga Áurea Oliveira, do CREAS, fizeram, também, considerações acerca dos direitos fundamentais das crianças para o público presente.

E no sentido de proporcionar visibilidade à mensagem maior do evento, qual seja a importância do efetivo combate ao trabalho e à exploração infantil no município, as equipes do CREAS e do Conselho Tutelar realizaram diversas ações locais de sensibilização dos participantes.

Por fim, o advogado do CREAS, Dr. Sandro Feitosa, aproveitou o ensejo para explicar que a legislação brasileira proíbe expressamente o trabalho infantil, sob qualquer condição, até os 13 anos de idade e que somente a partir dos 14 anos é que se pode trabalhar como menor aprendiz. E concluiu esclarecendo que, dos 16 aos 18 anos, as restrições são para o exercício de atividades noturnas (aquelas realizadas das 22h às 5h), bem como das classificadas como insalubres ou perigosas e que integrem a lista das piores formas de trabalho infantil.

Denuncie, disque 100.

Por ASCOMFD

 

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